
texp@ct | Formação de Curta Duração
Formadores:
FLAG
Data de Início:
a definir
Investimento:
Gratuito
Duração:
8 horas
Modalidade:
Presencial
- Engenheiros de processo/produção, qualidade e manutenção
- Profissionais de melhoria contínua (Lean/Kaizen), industrialização e operações
- Supervisão de produção e gestão intermédia com responsabilidade por performance operacional
- Equipas de inovação, transformação e digital (quando ligadas a operação)
- Logística/planeamento/supply chain em interfaces críticas com produção
- Estruturar um desafio industrial com problema, âmbito, restrições e métricas de sucesso.
- Identificar stakeholders, utilizadores internos e contextos de uso relevantes (chão de fábrica, manutenção, qualidade, HSE).
- Transformar sintomas em oportunidades de intervenção, com base em evidência disponível (dados, observação, contributos operacionais).
- Gerar opções de solução e selecionar conceitos com critérios industriais (impacto, risco, viabilidade, esforço).
- Construir um protótipo conceptual (não funcional) que permita discutir e testar a solução de forma rápida.
- Definir um plano mínimo de validação com hipóteses, testes, critérios de aceitação e próximos passos.
1) Enquadramento: Design Thinking na indústria e framing do desafio
- Quando faz sentido usar Design Thinking (e como complementa Lean/Six Sigma)
- Tipos de desafios industriais: qualidade, eficiência, segurança, fiabilidade, desperdício, variabilidade
- Formulação do desafio: problema, impacto, stakeholders, restrições (normas, segurança, layout, paragens)
- Definição de métricas de sucesso e critérios de decisão
2) Descoberta rápida e recolha de evidência
- Mapa do contexto operacional: processo, interfaces, pontos críticos e variabilidade
- Voz do utilizador interno: operador, manutenção, qualidade, logística, planeamento
- Técnicas leves: observação guiada, entrevista curta, registo de fricções e hipóteses
- Síntese de insights: padrões, dores recorrentes e barreiras
3) Definição do problema e oportunidades
- Do sintoma à necessidade: clarificação de causas prováveis e condições do sistema
- Formulação de oportunidades (“How might we…”) com guardrails industriais
- Priorização de oportunidades: impacto vs esforço, risco operacional, dependências e compliance
4) Ideação pragmática e seleção de conceitos
- Ideação com restrições reais (segurança, qualidade, paragens, capacidade, competências)
- Padrões de solução frequentes
- Seleção multi-critério
- Clarificação do conceito selecionado: proposta de valor e trade-offs
5) Protótipo conceptual e requisitos
- O que é protótipo conceptual em contexto industrial (storyboard, blueprint de processo, mockup, layout conceptual, checklist operacional)
- Requisitos mínimos: utilizadores, passos, inputs/outputs, condições de operação
- Riscos e falhas previsíveis (abordagem “light”, orientada a mitigação)
6) Validação mínima e próximos passos
-
- Hipóteses a testar e perguntas críticas (o que precisa de ser verdade para funcionar)
- Plano mínimo de teste: abordagem, amostragem, janela, segurança/qualidade, critérios de aceitação
- Métricas de validação (processo e resultado) e decisão: avançar, iterar, parar
- Próximos passos: backlog de implementação e responsabilidades iniciais
a definir
Das 09:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00
Presencial
a definir


Os requisitos de acesso e critérios de seleção constam nos Termos e Condições apresentados nesta página.

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